Programaê: Como blogar despertou meu interesse por programação

Não faz muito tempo que entrei para o time dos “blogueiros” e desde então tenho aprendido muitas coisas que tornaram-se extremamente úteis para o meu dia a dia e profissão.Uma delas foi a bendita da programação. Na verdade, a melhor forma de dizer como a programação entrou na minha vida é através do famoso dito popular: “a necessidade faz o homem” ou, no meu caso aqui, a mulher.

Pois bem. Quando comecei a blogar me limitava apenas a inserir o texto no editor do WordPress e um colega meu revisava e fazia todo o paranauê acontecer pro post ficar bonitinho quando postado. Na época, a gente usava o tema padrão e eu cismei que queria um banner no topo com o nome do nosso blog e algumas coisas mais personalizadas. E foi aí que descobri que se não soubesse a tal programação não ia conseguir fazer isso.

Em paralelo, na época trabalhava com uma banda e fiquei responsável pela atualização do site de fãs e envio de newsletters e adivinhem com quem eu tive que lidar para deixar tudo personalizado e bonitinho do jeito que eu queria? Ela mesma, a programação.

Pra minha sorte, eu sempre tive colegas programadores que quebravam um ou outro galho mas eu tava cansada de depender dos outros pra ter o que eu queria do jeito que eu queria e na hora que eu precisava e foi aí que resolvi ir atrás de aprender a programar. Primeiro tentei os sites com conteúdo gratuito, mas como não sou nada auto-didata, não deu certo.

Foi aí que eu não me lembro como, entrei em contato com o Evandro, um colega do Twitter de longa data, que me ofereceu aulas particulares-virtuais de programação e design. E o mais legal: eu aprenderia aplicando tudo no meu novo blog, ou seja, eu trabalharia para o meu projeto. Quer forma melhor de aprender? Fiz algumas aulas, aprendi o básico de HTML e CSS e depois de um tempo eu desisti e entendi que aquilo não era pra mim. Foi em vão? De maneira AL-GU-MA. O pouco que eu aprendi me ajuda até hoje como eu disse lá em cima.

Saber programar é ser independente. É poder construir o que quiser sem depender de ninguém. De uma simples alteração de layout no seu blog até a elaboração de um site ou aplicativo com uma ideia que pode mudar o mundo. Sim, claro! Por que não? O céu é o limite e se a gente tem a capacidade de tirar nossas ideias do papel e colocá-las em prática, mãos a obra!

O meu relato na verdade, faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, que dessa vez tem como assunto uma causa mais do que nobre: o projeto Programaê. E vou deixar as palavras da Vic descrevê-lo:

O Programaê é uma iniciativa sem fins lucrativos que visa não só desmistificar a programação como aproximá-los de crianças e jovens de baixa renda, como uma forma de transformar o futuro dessas pessoas. Acompanhando o projeto de perto, fiquei sabendo de histórias de adolescentes que desenvolveram apps para ajudar a comunidade ou para unir pessoas com interesses ou dificuldades em comum.

Quem quiser saber mais sobre esse projeto lindo e inspirador, acessa os links abaixo:
Site oficial do Programaê
Programaê no site da Fundação Lemann

E tem um vídeo super bacana também:

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