Clichês

São Caetano do Sul, 17 de fevereiro de 2015.

Se ali no dia 31 de dezembro, em meio aquele clima coletivo de final de ano junto com resoluções para o ano que estaria vindo alguém me falasse que hoje eu estaria em São Paulo depois de tudo que aconteceu nesses 47 dias de 2015 até então, eu não acreditaria.

Cada vez mais os clichês tornam-se parte da minha vida de uma maneira louca e inesperada e cada vez mais, parafraseando o Lenine…

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)

É, a vida não para e o tempo é o senhor da razão. Coisas que num primeiro momento parecem totalmente sem sentido e infundadas ganham com o tempo todas as cores, sabores e dores e nos mostram que temos que confiar e acreditar sempre em nós e naquela bendita voz lá no fundo chamada intuição.

Quando estamos do nosso lado, estamos plenos e seguros. Ficamos firmes e fortes e aceitamos sem titubear o que a vida passa a nos trazer. Sem pestanejar, conseguimos discernir o certo do errado, o bom do mau, o que faz bem e o que faz mal. Alma, corpo e coração tornam-se uma coisa só.

Eu, o metrô e a minha Melissa Angry Birds

Eu, o metrô e a minha Melissa Angry Birds

Em plena terça-feira de Carnaval estou na minha casa paulistana vivendo o maior clichê do brasileiro: “O ano só começa depois do Carnaval.” Todos os desafios, planos e metas feitos lá no 31.12.2014 viraram glitter para enfeitar mais ainda as resoluções para o ano que inicia-se em  23.02.2015.

E em meio a tantos clichês, reencontros e desencontros, quitação de pendências, saudade e a esperança de um novo recomeço aqui estou eu: cheia de vida e com as baterias recarregas para 2015.

Feliz Ano Novo!

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