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Blog pessoal criado em 2012 para suprir a necessidade de escrever e colocar para fora opiniões sobre a vida, o universo e tudo que contem nele.

Gerente de marketing da NetShoes dá dicas de marketing digital

Ontem me deparei com esse link  na timeline de alguma rede social e apesar do tema “dicas de marketing digital” estar um pouco batido, quando vi que  eram do Bruno Couto, gerente de marketing da NetShoes, dei um crédito afinal é notável o excelente trabalham que eles realizam. Transcrevi alguns pontos abaixo:

A riqueza do marketing digital é poder ter a profundidade dos dados dos clientes.

Conhecer a jornada do consumidor e entender quais são os conteúdos e meios relevantes do consumidor para ser mais assertivo e relevante para ele na mensagem.

Segmentar todos os estímulos para o consumidor:
– device
– momento do dia
– propensão de consumo do conteúdo
– estímulos criativos
– apostas comerciais
– relacionamento do consumidor com a marca

Ter clareza no posicionamento de marca. Ao ser claro, simples e objetivo fica mais fácil de falar com o consumidor de uma forma consistente ao longo do tempo.
– onde a marca quer chegar?
– o que a marca de fato entrega para o consumidor diferente dos concorrentes?

Manter consistência no investimento. Não adianta fazer grandes picos de investimento e depois sumir. Tem que se manter sempre na cabeça do consumidor para ser sempre a escolha dele na hora de efetivar uma compra ou no mínimo buscar sobre algum produto, assim você fica sempre como uma das opções de escolha do consumidor.

A ligação entre as áreas da empresa deve ser muito fortes. Não adianta o marketing querer investir em tal e tal canal mas não ter de fato uma aproximação com o departamento comercial, por exemplo. A equação de valor para o consumidor é muito sensível e deve-se ter a integração das áreas, principalmente marketing e comercial, para que a melhor oferta para o consumidor seja de fato a oferta dada no lugar correto, na hora correta para que a equação de valor seja saudável.

Links que fizeram a diferença #10

1. He-Man – Recado para Empreendedores
A gente já tinha lição de empreendedorismo quando era criança e nem sabia XD

2. “Se você sofre de ansiedade, inspire profundamente em sincronia com a imagem”
Vi no grupo “Transformação Feminina

 

3. Confie no profissional que você contratou
Muitas verdades escritas.

4. Como meditar em um instante
Ao contrário do que muita gente pensa, meditação pouco tem a ver com religião e sim com concentração e comprometimento consigo mesmo. É um exercício que requer muita paciência e se você consegue executar com certeza se torna alguém mais feliz.

5. O que faz você se sentir vivo?

6. Saia, shorts e porta-trecos, tudo em uma só peça
Muito um objeto de desejo fazendo jus ao nome do blog.

7. Ignorar a merda não vai fazê-la sumir
Texto genial que fala muito sobre o que tentamos sempre evitar mas que é totalmente necessário para nos tornar seres humanos melhores.

Como saber a hora certa de demitir um cliente?

Pois é… A vida toda sempre estivemos do outro lado da mesa, onde somos demitidos ou ameaçados de demissão pelo cliente ou empresa caso não cumpramos com o combinado ou as expectativas dele não sejam atendidas. Mas, o que acontece muito quando somos freelancers é que naturalmente ganhamos o “super poder” de demitir clientes.

Pode soar insano e sem fundamento pensar em demitir cliente quando você é a sua própria empresa e ter as contas pagas depende deles, mas é certo que existem clientes que não valem o dinheiro e nem as noites de sono mal-dormidas. Assim como na vida pessoal temos que aprender a falar não, na profissional também.

Sinais de que é hora de parar e pensar se está valendo a pena

Falta de respeito
Se tem algo que a gente não deve tolerar é falta de respeito. Não é porque o cliente paga que ele pode pintar e bordar em cima de você e pra mim, em qualquer relação, se não tem respeito não rola. E a falta de respeito vai desde a maneira como ele te trata e passando principalmente pela maneira como ele trata o seu trabalho e as condições que foram combinadas no ato da contratação.

O santo não bate
Tem outra situação que aprendi a identificar: simplesmente não consigo trabalhar quando os propósitos e valores do cliente não batem com os meus. Tem cliente que vai tentar o “topa tudo por dinheiro”, que é negligente com a própria marca e imagem, enfim… é hora de pensar se vale a pena mesmo trabalhar com algo contra a sua vontade mesmo que a moeda de troca seja um contrato gordo.

Quando você quer mais que o cliente
É praxe quando o cliente é novo,  mergulhar no universo dele ter mil e uma ideias que vão muito além do trabalho. O que é perfeitamente normal e aceitável afinal a intenção é ajudá-lo e não simplesmente ganhar dinheiro. Mas, de repente, você se pega com um elefante branco nas mãos, sem direcionamento, sem foco e sem supervisão de um adulto simplesmente porque o cliente não está tão envolvido e comprometido com o trabalho combinado ali no começo e acaba largando tudo na sua mão. Difícil, né?

Quando você se torna um mero executor
Se o cliente te contrata como especialista ou buscando algo que ele não sabe fazer, ele precisa confiar em você. Tem muito cliente que não quer uma cabeça pensante. Ele quer alguém para executar as coisas que ele não sabe fazer. Se você tem o perfil de fazer somente o que lhe foi pedido e consegue lidar com a frustração de saber que pode fazer mais mas não colocará nada em prática, ok go ahead! Caso contrário, seja fiel a você e ao seu trabalho e entenda que talvez esse cliente precise de outro perfil de profissional.

Conclusão

Demitir um cliente parece agressivo demais, mas nada mais é do que acertar os ponteiros e ver se a relação está valendo a pena. Igualzinho a gente faz com uma amizade, um namoro, um relacionamento.

No começo é estranho pensar dessa maneira pois não é algo habitual mas quando você entende que o trabalho é uma via de mão dupla e que sem a troca não tem trabalho e contrato que durem, as coisas ficam mais claras e fáceis de entender e até mesmo executar.

Links que fizeram a diferença #9

Bora pra mais uma semana?

1. Programaê: Como blogar despertou meu interesse por programação
Momento jabá pra blogagem coletiva do Rotaroots desse mês. Quando a causa é nobre a gente tem mais é que divulgar e compartilhar!

2. A inveja e a síndrome de Solomon
Vi esse post no Twitter e esse é um assunto do qual venho refletido e conversado bastante entre amigos: a inveja e a maneira como a vemos lidamos com ela.

3. Por que você não ganha tanto quanto gostaria?
Um texto bem interessante que mostra o outro lado da moeda dessa avalanche de informação gratuita que temos na internet a nosso dispor. Eu já aceitei a minha condição de mera mortal não auto-didata que precisa de cursos presenciais para aprender algo.

4. Somos todos sobrinhos da social media
O Juliano levanta aqui uma questão interessante do mercado de social media que vira e mexe vem a tona. Eu, assim como ele, só tenho a agradecer os meus “tios” que tanto me ensinaram e me ensinam até hoje.

5. Coloque na agenda: desconectar uma vez por diaO que fazer antes de encerrar seu expediente de trabalho todos os dias
Dois links que valem por um já que uma coisa puxa a outra. Agora com a vida de freelancer cada vez mais sinto a necessidade de fazer as duas coisas citadas aí em cima. No começo parece que se a gente desconectar ou encerrar o expediente não vai dar conta do que tem que ser feito quando na verdade são esses momentos desconectados que vão recarregar as energias para que a gente consiga encarar mais um dia de trabalho.

6. Regus: Dicas para o home office ideal
Ainda em clima corporativo, mais um link de utilidade pública para quem quer ter um ambiente de trabalho dentro de casa.

7. Como escrever bem e despertar a criatividade
Conheci o Ambiente Vistoriado pelo Rotaroots e adoro os textos da Manu. Esse post veio num momento bem importante da minha vida, onde ás vezes entro em pânico por não conseguir sentar e escrever o que precisa ser feito.

8. 10 sites para aprender japonês de graça
Ainda to devendo o meu post sobre as aulas de nihongo, eu sei! shame on me. Enquanto não escrevo, fica a dica desses sites para incentivar quem quer começar a aprender esse novo idioma. Dica: mais do que o idioma, se você não estuda a cultura japonesa dificilmente conseguirá aprendê-lo. ;)

Programaê: Como blogar despertou meu interesse por programação

Não faz muito tempo que entrei para o time dos “blogueiros” e desde então tenho aprendido muitas coisas que tornaram-se extremamente úteis para o meu dia a dia e profissão.Uma delas foi a bendita da programação. Na verdade, a melhor forma de dizer como a programação entrou na minha vida é através do famoso dito popular: “a necessidade faz o homem” ou, no meu caso aqui, a mulher.

Pois bem. Quando comecei a blogar me limitava apenas a inserir o texto no editor do WordPress e um colega meu revisava e fazia todo o paranauê acontecer pro post ficar bonitinho quando postado. Na época, a gente usava o tema padrão e eu cismei que queria um banner no topo com o nome do nosso blog e algumas coisas mais personalizadas. E foi aí que descobri que se não soubesse a tal programação não ia conseguir fazer isso.

Em paralelo, na época trabalhava com uma banda e fiquei responsável pela atualização do site de fãs e envio de newsletters e adivinhem com quem eu tive que lidar para deixar tudo personalizado e bonitinho do jeito que eu queria? Ela mesma, a programação.

Pra minha sorte, eu sempre tive colegas programadores que quebravam um ou outro galho mas eu tava cansada de depender dos outros pra ter o que eu queria do jeito que eu queria e na hora que eu precisava e foi aí que resolvi ir atrás de aprender a programar. Primeiro tentei os sites com conteúdo gratuito, mas como não sou nada auto-didata, não deu certo.

Foi aí que eu não me lembro como, entrei em contato com o Evandro, um colega do Twitter de longa data, que me ofereceu aulas particulares-virtuais de programação e design. E o mais legal: eu aprenderia aplicando tudo no meu novo blog, ou seja, eu trabalharia para o meu projeto. Quer forma melhor de aprender? Fiz algumas aulas, aprendi o básico de HTML e CSS e depois de um tempo eu desisti e entendi que aquilo não era pra mim. Foi em vão? De maneira AL-GU-MA. O pouco que eu aprendi me ajuda até hoje como eu disse lá em cima.

Saber programar é ser independente. É poder construir o que quiser sem depender de ninguém. De uma simples alteração de layout no seu blog até a elaboração de um site ou aplicativo com uma ideia que pode mudar o mundo. Sim, claro! Por que não? O céu é o limite e se a gente tem a capacidade de tirar nossas ideias do papel e colocá-las em prática, mãos a obra!

O meu relato na verdade, faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, que dessa vez tem como assunto uma causa mais do que nobre: o projeto Programaê. E vou deixar as palavras da Vic descrevê-lo:

O Programaê é uma iniciativa sem fins lucrativos que visa não só desmistificar a programação como aproximá-los de crianças e jovens de baixa renda, como uma forma de transformar o futuro dessas pessoas. Acompanhando o projeto de perto, fiquei sabendo de histórias de adolescentes que desenvolveram apps para ajudar a comunidade ou para unir pessoas com interesses ou dificuldades em comum.

Quem quiser saber mais sobre esse projeto lindo e inspirador, acessa os links abaixo:
Site oficial do Programaê
Programaê no site da Fundação Lemann

E tem um vídeo super bacana também:

Ale Koga

Escreve sobre sua vida, seu Universo e tudo que contém nele. Vive na ponte-aérea Criciúma/SC - São Paulo/SP.

Selos

Eu sou uma Luluzinha!