Café por Escrito ☕

Bora matar dois coelhos com um “caixa d’água só” ~trocadilho infame mode on~ e apresentar oficialmente o “Café por Escrito ☕” para o mundo? Bora! Seguinte: 2017 foi (e ainda está) sendo um ano de auto-conhecimento. Clichê, eu sei. Ainda mais nessa época do ano, mas fazer o que se a vida é cheia de clichês, não é mesmo? Sei que entre idas e vindas tentando me entender sozinha, levantei a bandeira branca e aos 45 do segundo tempo pedi por ajuda e resolvi encarar a terapia. Sem entrar muito nesse assunto, sai da 1ª conversa com uma missão: encontrar um hobby que eu não fosse transformar em trabalho. Já tentei de tudo: costura, bordado ponto-cruz, fotografia…. e nesses casos, não transformei em trabalho mas abandonei. #shameonme. Entrei em contato com a caligrafia num workshop que rolou lá no espaço da Bea De luca e isso despertou uma paixão minha: escrever. Amo escrever, não só pelo fato de colocar as palavras no papel mas também do ato da escrita em si. E aí, pensando no que  poderia fazer surgiu a ideia do “Café por Escrito”. Eu amo café. (clichê 2, oi!) Já o transformei em trabalho. Mas agora a ideia é outra. Todos os dias faço a minha pausa para o cafezinho e geralmente é nessa hora que deixo a mente fluir e tento deixar os pensamentos se organizarem em meio ao caos da rotina do dia a dia. Então pensei: ” Por que não unir o útil ao agradável?” E tá aí o desafio lançado. Sem pressa e pressão de ter um compromisso de postagem, focando no compromisso em dedicar...

O dia que eu me revoltei com a social media

Hoje acordei frustrada e desacreditada das mídias sociais. Cuido de várias contas de clientes de diversos ramos e o que mais vejo são perfis usando bots, curtindo e “interagindo”. Não tem conteúdo raiz, não tem comentário sincero, não tem like por afinidade, não tem análise humana do que está acontecendo. Só existe a busca desenfreada por números. Ninguém mais acredita em conteúdo real, em trabalho a longo prazo, em conquista de números reais. Gestores, produtores de conteúdo, “xoxa media”, os influenciadores, mídia, jornalistas… Todos hipnotizados pelos jóinhas e coraçõeszinhos. Os números são importantes SIM! Eles nos ajudam a mensurar, a entender, a direcionar e a justificar investimentos, mas chega de hipervalorizar “seguidores x seguidos”, “minha página tem mais curtidas do que a sua por isso é mais relevante”, etc.. Eu sou super a favor de utilizarmos as ferramentas que estão disponíveis no mercado para auxiliar e otimizar processos mas até elas precisam de uma configuração “humana” que realmente otimizem o trabalho, senão acabam virando um robô caça-like sem propósito. Então, profissionais e gestores de comunicação… repensem a estratégia e os números que estão valorizando nas redes sociais. Mais amor e verdade no que fazemos, menos fake numbers pra agradar o ego. E palmas para quem segue acreditando e tentando educar o pessoal sobre o que é realmente o trabalho de um social media e fazendo a diferença. E clientes: acordem e pensem antes de contratar por preço ou por like. Contratem por resultado efetivo em vendas. Like não vale nada se não gera venda ou retorno para a sua empresa. *texto originalmente publicado no meu...

4 anos de Criciúma

E eis que, despretensiosamente, procurando emails aleatórios, acho aquele que talvez estava me procurando: aquele que me faria lembrar que ontem fez exatos 4 anos que estou morando em Criciúma. Vir morar aqui não só foi uma mudança geográfica, mas sim: viver o famoso clichê “sair da zona de conforto” dizer sim para mim depois de muito tempo aceitar que ficaria longe do convívio da minha família e amigos e aceitar que teria que ficar mais perto de mim descobrir novos amigos e ser acolhida por uma nova família aprender com os erros e celebrar os acertos aceitar que ás vezes, a distância aproxima as pessoas me apaixonar por cuca de banana acompanhada de café fresquinho no meio da tarde conseguir gostar de mim e do meu corpo apreciar a minha própria companhia quando bate aquele momento de solidão Segundo o dicionário, gratidão é um substantivo feminino que significa “reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.; agradecimento.” E entre tantos outros aprendizados e conquistas, não tem como não usar a tão banalizada palavra “gratidão” para expressar como eu me sinto no dia de hoje. Obrigada Criciúma, por me dar a oportunidade de me resgatar e viver 4 anos intensos aqui e por me ensinar todos os dias que na verdade, quem faz a gente não é o lugar que a gente tá e sim onde a gente se...

Coaching e Dia da Mulher

E bem hoje, no dia 8 de Março e também Dia Internacional da Mulher, conclui um processo de reencontro comigo mesma, de descobrir e dar as boas vindas para as várias Alessandras que estavam ansiosas por dar as caras nesse mundão e mostrar para que vieram sem sentir culpa ou medo por serem quem são. Por muito tempo vinha tentando resgatá-las sozinha, afinal minha auto-suficiência me dizia que eu era capaz e não precisava da ajuda de nada ou ninguém (filha de japa, japa é….) mas eis que levantei a bandeira branca e assumi uma daquelas máximas da vida: ninguém faz nada ou vai muito longe sozinho. Sem pré-conceitos, julgamentos e de peito aberto para encarar o que viesse pela frente, terminei o tal do coaching e foram 10 semanas que resultaram em uma experiência enriquecedora e transformadora além de desmistificar totalmente aquela imagem de “aff..coaching.. dicas de produtividades, chatice, texto de auto-ajuda…” Essa frase está no caderno que de agora em diante será o meu “coach de bolso” e ela resume bem o meu sentimento em relação a todo o processo. Se antes de começar o coaching eu achava que não tinha sonhos/metas ou que eles eram besteira, hoje sei que eles são parte de mim e que viver todas as etapas para conquistá-los pode ser o maior presente que eu posso receber. Mais uma vez, obrigada Luiz, por ser o meu treinador nessa jornada* que só acabou de começar! *e logo menos tem post contando a parte mais “técnica” do...

Coisas para fazer em Criciúma: Restaurante Cozinharia

Não tem como negar que o coletivo está na busca por hábitos mais saudáveis e isso é uma tendência que acredito que esteja acontecendo em muitos lugares. Aqui em Criciúma não é diferente e não acho nada ruim, afinal, para quem mora sozinho e ás vezes não quer cozinhar (como eu), achar uma opção saudável e com preço justo é bem difícil. Pois bem… Achei e ainda melhor: pertinho de casa! <3  O Restaurante Cozinharia é uma graça só a começar pelo lugar que tem uma decoração linda o que torna o ambiente muito aconchegante e agradável. O cardápio deles é bem diversificado e com opções vegetarianas e além disso, todos os dias oferecem um “prato do dia” que não está lá. Nesse dia, se eu não me engano, era um nhoque de batata doce. Enquanto escolhíamos, pedimos de cara um “Mix de Bruschetas” que faz parte “Entradas” da casa. ❤ Super aprovadas e recomendadas, partimos para o almoço em si. Eu fui de “Salada Mexicana” (batata doce, frango, salada e guacamole) e o Guilherme foi de “Fitness” (batata doce, frango, cenoura e ricota). Não esperamos nem 5 minutos e lá vieram elas para  nosso deleite. A porção é generosa e justa e para gulosos de plantão como eu, que acham que vão morrer de fome só de olhar pra quantidade de comida no prato, se enganam pois a quantidade é mais do que suficiente. Pra fechar com grande estilo, o Guilherme pediu um açaí de sobremesa que não tem foto por motivos de: acabou rápido. Os valores das refeições variam de R$11 a R$23 reais e estão divididas no cardápio...